Procura-se filmes para crianças

09/08/2010

Animação nem sempre é sinônimo de filmes infantis.

Procura-se filmes de verdade para crianças, e para crianças de verdade. Procura-se filmes encantadores, que não contenham sarcasmo, piadas racistas ou sexistas. Que contenham músicas, mesmo que de início pareçam bregas, mas que daqui a alguns anos farão as crianças se lembrarem dos ‘bons tempos’ ao ouvi-las no rádio.

Você já reparou na quantidade de filmes infantis que surgem no cinema? Principalmente nos meses de férias, como janeiro e julho, uma avalanche de animações invadem as salas e mentes das crianças. Animações, não mais desenhos animados. Em 2009, com o lançamento de “A Princesa e o Sapo”, a Disney inovou justamente por produzir um filme em – pasmem – desenho animado.

Para citar o clássico dos clássicos: “O Rei Leão”, de 1994, é um dos maiores sucessos infantis da Disney. O filme conta a história de Simba, um leão que por motivos dramáticos, se perde de seu reino na floresta. É cheio de músicas marcantes, como “Can You Feel The Love Tonight”, do Elton John. O longa ainda fala sobre lealdade e da eterna batalha do bem contra o mal, quando Simba enfrenta o tio Oscar.

Porém, ultimamente o que se tem visto nas salas de cinema, são filmes de animação com temática cada vez mais adultas. Claro que isso não é ruim, muito pelo contrário. Filmes reflexivos são sempre bem vindos, mas não são infantis. Se você está procurando filmes para os baixinhos (by Xuxa), fique longe desses aqui:

Shrek (2001) – O mais ‘anti-Disney’ de todos os filmes de animação, tira sarro das músicas dos contos de fada da empresa do Mickey. Pássaros, borboletas e princesas têm funções diferentes aqui: também cantam Led Zepellin e fazem vinganças. Apesar de muitos pais acreditarem ser um filme infantil, está longe disso. É preciso ter uma experiência mínima para entender as sacadas e piadas. A trilha sonora, composta por Smash Mouth, realça a témática para ‘crianças crescidas’.

Wall E (2008) – No futuro, a humanidade foi soterrada por seu próprio lixo. A empresa BNL, a única do mundo, envia seres humanos para o espaço sideral, a bordo de uma estação espacial. Wall E, um robô ultrapassado, trabalha sozinho recolhendo o lixo durante 700 anos, e conhece uma robô, EVA, por quem se apaixona.

Up – Altas Aventuras (2009) – maravilhoso filme sobre um vendedor de balões de 78 anos, que vive sozinho. Russell, um garotinho escoteiro tenta oferecer ajuda e é ignorado. A partir daí, eles viverão uma grande aventura. Mais um filme para adultos, lindo, porém sério demais para crianças.

Os Fantasmas de Scrooge (2009) – A história é antiga e se baseia no conto de natal mais famoso (do mundo?) de Charles Dickens. Ebenezer Scrooge é avarento e maltrata os funcionários, até que recebe a visita dos fantasmas dos natais passados. É assustador, tem gritos e sustos. Não recomendável para crianças.

Toy Story 3 (2010) – Lançado 15 anos após o primeiro, conta a história dos brinquedos de Andy, que estão bem vivos no terceiro filme da série. O filme é lindo, com lições sobre moral e lealdade, mas recheado de piadas adultas, sobre o Ken, por exemplo. É um filme para as ‘crianças’ com 15 anos a mais que acompanharam o primeiro.

E vem por aí…

Enrolados (2010) – Uma aposta de “Shrek” da Disney, conta a história da Rapunzel de uma forma diferente… Clique para ver o trailer.

Com tanta necessidade de reinvenção, principalmente no cinema infantil, que antes era tomado por clássicos de princesas, musicais, passarinhos e etc., daqui a pouco clichê mesmo será produzir os nada infantis filmes para crianças.


Destino das princesas

16/07/2010

O que aconteceu após o ‘viveram felizes para sempre’?

Branca de Neve

Bela (de A Bela e a Fera)

A Bela Adormecida

Chapeuzinho (inho?)

Cinderela


Crise existencial inexistente

01/07/2010

Não sei vocês, mas tive minha época de bicho-grilo que quer mudar o mundo. Acho que foi dos 13 aos 19 anos. Tempos de ler Nietzsche, Descartes, filosofar sobre a falta de sentido da existência, essas coisas. Acredito que quase todo estudante de letras tenha esse problema (fiz um ano e meio, tranquei, pois não queria ser professora).

Não significa que tentar, ser ou querer se tornar meio-intelectual, meio de esquerda, como diria o Antonio Prata, seja um problema de fato. É que a vida fica mais difícil se você achar que a culpa dos problemas da humanidade está na sua frágil existência e incompetência em mudar o mundo. Apenas isso.

Platão acreditava em um ser superior, que controla todo o universo. Deus? Alá? Edir Macedo? Ninguém sabe. Além disso, acreditava também na existência de uma alma imortal. Não sei se quando morrer “passarei desta para uma melhor”, mas naqueles tempos difíceis, tentava responder a essas e outras questões com ateísmo e indagações. Em meio às apostilas das massacrantes matérias do curso, misturavam-se revistas e livros de filosofia. Teorias existenciais tentavam explicar o inexplicável: como eu me sentia tão vazia e sozinha na companhia de tanta gente importante (Platão, Sócrates, Nietzsche e até Augusto dos Anjos)?

O grande problema foi que eu me fechei com tantas perguntas e não procurei respostas, nem permiti que me ajudassem. Calma, não estou falando que eu era uma adolescente deprimida, só tinha meus momentos. O óbvio é a coisa mais difícil de enxergar, sempre. Experimente colocar um objeto acima do seu nariz, o que você verá? Provavelmente um objeto acima do seu nariz, porém totalmente embaçado e impossível de ser identificado.

Talvez tenham sido somente crises adolescentes-comunistas, onde o sonho de ter nascido nos anos 50 e ter ido a um show do Beatles imperava, talvez tenha sido mais sério. Não sei. E essas duas mágicas, simples, sinceras e fascinantes palavras (não sei) me ajudaram – e ajudam – muito. Com elas, você pode perceber que não há respostas para tudo no mundo, e o melhor: você não precisa saber de tudo.

Hoje não posso ser pretensiosa e dizer que minha vida mudou completamente, que sou outra pessoa, que encontrei Jesus ou dou palestras motivacionais ao lado de Donald Trump. Apenas escrevo textos que talvez alguém possa se identificar e tento usar paradoxos e ironias nos títulos. E quem sabe convenço alguém de que ver comédias Blockbusters de vez em quando pode ser legal, mesmo com o livro “Humano, Demasiado Humano” escondido atrás do sofá.


Este é o meu tempo

23/06/2010

Um dia desses tive uma conversa com o tempo. Nada sério demais, perguntei apenas como estavam suas horas, seus minutos, seus segundos e milésimos de segundos. Achei-me então íntima demais para perguntar por que eles nunca paravam, nem para observar da maneira mais lenta possível a chuva que começava a cair ou a flor que acabara de morrer.

Nessa conversa, tentei entender por que as pessoas planejam tantas atividades, tantos sonhos, tantos planos… E por vezes ele não nos deixa cumprir. Tive um pingo de raiva quando pensei em esclarecer alguns minutos periféricos, que passavam com a pressa de um fugitivo quando queríamos que assumissem o modo slow, ou demoravam a chegar como uma joaninha a correr contra uma lebre.

Por que ele insistia em nos envelhecer, em arrancar do presente a alegria de viver e torná-lo em uma triste lembrança? Por que ele não voltava atrás nunca, não nos dava opção de escolha? Sei lá, que tal disponibilizar algum tipo de teste drive – a ideia não era de toda ruim, você testa o futuro, o passado e, se não gosta, modifica no presente. Simplesmente.

Enquanto eu gesticulava, questionava e franzia a sobrancelha, ele me observava calmo, como só quem é dono do seu próprio tempo poderia fazer. O pingo de raiva virou uma poça. Qual a justiça nisso? Escolher um caminho significa excluir outros tantos, e não há tempo para dúvidas. Nem para isso?

Onde foi parar os momentos com meu avô, a cantarolar pelas ruas do Jardim Rosaura? Cadê aquela época de doces, nuvens e lágrimas? Por que não tenho mais os dentes de leite e as sardas? Em que lugar deixei as brincadeiras, os personagens, as fantasias?

“Você levou!”, acusei-o. Levou a infância, a inocência, os gostos gostosos. Você que tirou de mim o cheiro de mãe, o mimo do avô, a conversa do pai. Por que me tiraste os risos dos irmãos, o arco-íris de chuva e sol, o calor das canções e as histórias? Que graça tem a realidade? Viver esse presente sem vida, sem razão?

Então me chacoalhei, com quem quer acalmar-se, e percebi que ele ainda me observava. Era sua vez de falar. Mas ele não falou. Era chegada a hora para responder, mas ele também não respondeu. Não falou, não sorriu, não perguntou, apenas me olhou. E eu entendi.

É certo que desejamos ter de volta os chamegos do tempo vivido, da escolha feita. Queremos ter de volta aquele tempo para fazermos nada, apenas o que der vontade. Mas, se ele não passasse, não saberíamos o significado nu e cru da palavra saudade.

O tempo passou. A saudade ficou. E eu…Bom, essa é outra história.


Resiliência

23/06/2010

*** Agradecimento à Sheila (www.twitter.com/shemello) que enviou o texto por e-mail.

Autoria : Tom Coelho

Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arroubos e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida.

Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha garganta e foi ter com minhas amígdalas. A prescrição é sempre a mesma: amoxicilina e paracetamol. Faço uso destes medicamentos e sinto-me absolutamente prostrado! Acho que é por isso que os chamam de antibióticos. Porque são contra a vida. Não apenas a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida…

Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e, depois, perdem-se difusas, levadas pela brisa. Vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados.

Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se apequenado nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.

Limão e Limonada

As ciências humanas estão sempre tomando emprestado das exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.

Em humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada saborosa, refrescante e agradável.

Aprendi que pouco adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os. E com rapidez, de maneira certa ou errada. Problemas são como bebês, só crescem se alimentados. Muitos se resolvem por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada, eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula com correção. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados.

Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem menos do que nos falta e mais do mau uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventivo é ser preditivo.

Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que “tristeza não tem fim, felicidade, sim”. Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias em vez de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói cem tristezas…

Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades impostas ou autoimpostas que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria.

Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Admiramos a luz porque já estivemos no escuro. Contemplamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza.

Olhe para o céu, agora! Se é dia, o sol brilha e aquece. Se é noite, a lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a vida.


A perda de significado das palavras

14/06/2010

Antigamente, ou há apenas alguns anos, creio eu , as palavras tinham um pouco mais se significado. É como disse Renato Russo: “sei que às vezes uso/palavras repetidas/mas quais são as palavras/que nunca são ditas?”. Realmente, ainda mais para quem faz jornalismo, é indispensável ter um dicionário de sinônimos ao lado. Palavras são usadas todo o tempo, eu sei. Mas algumas expressões e palavras estão tão desgastadas que não têm mais a credibilidade de outrora.

Amor? Tem certeza?

Amor/amar/Eu te amo – as palavras preferidas de onze em cada dez poetas. De Shakespeare à novelas mexicanas, amor/amar e suas conjugações perderam o sentido. No Orkut, MSN, Twitter, conversas de bar ou ônibus, miguxas (os) gritam aos quatro cantos “eu te amo, amiga”. O “eu te amo” não é mais aquela frase que esperávamos ouvir do (a) homem (mulher) de nossas vidas, prestes a colocar uma aliança no dedo. Hoje, as pessoas amam de tudo: de canetas Bic à chocolates caramelizados, de amigos recém-conhecidos a colegas de escola ou faculdade. Amor/amar (ainda) são palavras fortes, cruciais em certos momentos da existência, e que não merecem ser tratadas com tanta falta de respeito.

Urgente – esse é um caso grave, que entrou em coma devido à invenção das etiquetas com a inscrição “urgente”, em letras MAIÚSCULAS, em fundo vermelho, da Pimaco. Usa-se urgente para tudo, menos para o que de fato tem que ser resolvido com prioridade. Ligações telefônicas, reservas de hotéis, passagens, documentos… Tudo urgente. Reflexos de uma sociedade que não pode esperar, que não pode ficar em filas e sempre arruma uma maneira de cortá-las, que reclama se aparece a baleia no Twitter. Resumindo, estamos cada vez mais ansiosos, tentamos abraçar o mundo e resolvemos cada vez menos coisas, deixando as ‘metades’ pelo caminho.

Para todos os gostos e bolsos – clássico jornalístico, presente em jornais, revistas, guias e sites que falem sobre dicas de restaurantes, viagens. Restaurantes para todos os gostos e bolsos. Hotéis para todos os gostos e bolsos.

Vamos marcar de sair – clássica dos ex-colegas de classe, de faculdade, escola ou trabalho. Sempre que se encontram, seja pessoalmente ou na internet, querem ‘marcar de sair com a galera’, em um dia que nunca chega (experiência própria).

Amigo(a) – “Amigo é coisa pra se guardar/debaixo de sete chaves/dentro do coração…”, disse o poeta. Mas o que se vê hoje é bem diferente. Depois do surgimento das miguxas e do dialeto miguxês, todo mundo vira amigo. Acabou de conhecer = amigo, estudou na Wizard uma vez por semana = amigo. Difícil é saber quem é amigo de verdade…


Dica de viagem: Vitória (ES)

09/06/2010

Vista do convento

É uma pena que o Estado do Espírito Santo seja tão esquecido nas rotas de viagem. Uma tremenda injustiça com uma cidade tão bonita e tão próxima de São Paulo, e ainda por cima, barata.

Para você que não conhece, lamento dizer que Vitória é uma das cidades mais lindas que já vi. Tem praias lindas e limpas – a única ‘sujeira’ que vi por lá foram as algas. O clima é ótimo, fui em dezembro e fez muito calor.

Onde comer?

Os restaurantes no Triângulo das Bermudas, que fica entre trecho entre as ruas Joaquim Lírio e João da Cruza, na Praia do Canto, costumam cobrar em média R$ 50,00 por pessoa, por um prato principal, bebidas e os 10% do serviço.

Pirão – premiadíssimo restaurante localizado na Praia do Canto. Não deixe de experimentar o pirão (óbvio), um pouco mais grosso que o convencional.

No Triângulo das Bermudas há também inúmeras opções de restantes simples, baratos e gostosos.

Dica: nos quiosques da Praia do Canto há muita opção de comida boa e barata. Em uma, encontrei moqueca por R$ 25,00 e camarão por R$ 15,00.

Ah, na frente do Radisson há um bom restaurante, o Lareira Portuguesa.

Onde ficar?

A melhor opção de hospedagem na cidade é o hotel Radisson, localizado em frente à Praia do Canto. Todos os quartos possuem uma vista maravilhosa da cidade, e o atendimento é impecável. Ah, tem um Mc Donald’s na frente, caso a grana acabe! kkk
O único defeito é a piscina, pequena e sem profundidade (1,10m), mas quem precisa de piscina com praias tão lindas?

Hotéis em frente à praia:

Bristol  

 Ibis (quase em frente) 

Senac Ilha do Boi (luxo!)  

Novotel

Passear

Se você for para Vitória, não deixe de passar na feirinha livre da Praia do Canto! Funciona sextas e sábados, a partir das 18h, se não me engano. Tem lembrancinhas ótimas a preços bons. Fica mais ou menos na frente do Novotel. Tem barracas com comidas ótimas, como tapioca, tempurá, churrasco, raspadinha, yakissoba.

Convento de Vila Velha

Convento - Vila Velha (ES)

Não deixe de ir! E vá de táxi (nada barato, por sinal). O Convento fica em Vila Velha, cidade vizinha à Vitória. Foi fundado em 1558.