Entenda (ou não) a Ponte Estaiada

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A obra começou em outubro de 2003 e consumiu R$ 260 milhões. A licitação do projeto, de 2002, vencida pela empreiteira OAS, previa gastos de R$ 146,9 milhões e conclusão do projeto no final de 2005.

Quando assumiu a Prefeitura, o hoje governador José Serra (PSDB) criticou os custos da obra. A opção pela manutenção do contrato com a OAS só foi feita porque a indenização à empreiteira, em caso de rompimento, seria de R$ 150 milhões. uau

A nova ponte recebe cerca de 4 mil carros por hora em cada pista e permite acesso direto da Avenida Jornalista Roberto Marinho à Marginal do Pinheiros, sentido Interlagos, à zona oeste e ao centro.

O mastro da ponte, na forma da letra X, tem 138 metros, a altura de um prédio de 46 andares.

O que mais chama a atenção na primeira ponte estaiada da América Latina é são os 144 “estais” – conjuntos de cabos de aço, revestidos de uma proteção de polietileno amarelo, que suspendem as duas vias da ponte e, embora não se toquem, parecem se entrelaçar. No projeto do arquiteto João Valente, por causa da curvatura das pistas suspensas, nenhum cabo tem o mesmo comprimento que o outro – medem de 79 a 195 metros.

A iluminação das seis faixas, três em cada sentido, e das alças que ligam a ponte à Marginal é feita por 206 luminárias – com tecnologia chamada LED (diodo emissor de luz, na sigla em inglês), que representa economia de 53% em energia elétrica, se comparada aos sistemas convencionais.

O nome da ponte é uma homenagem do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), a Frias, publisher da Folha, morto em 29 de abril de 2007.

3 respostas para Entenda (ou não) a Ponte Estaiada

  1. Kathia disse:

    Essa ponte é anti-pobre. Não passa ônibus lá!

  2. TÁCITO SAMPAIO ALVES disse:

    O governador J. Serra pretende construir uma ponte parecida ligando Santos a Guarujá. Custo previsto, 500 milhões. A julgar pela ponte estaiada de São Paulo, essa vai custar 40% a mais, ou seja, 700 milhões. O pedágio paga…isto é,…nós pagamos.!!! Um sistema muito mais barato e prático é fazer um sistema de balsas interligadas e, no centro do canal, colocar balsas
    ” hovercrafts ” que saem fora da água e deixam as embarcações e navios passarem.

    • Helpio Bartholomeu Arduino disse:

      Caro Tácito, muito bem colocado seus argumentos, nós sempre pagamos a conta e soluções mais baratas como vocês colocou não geram tantos votos como uma ponte que esta na moda não é? O tempo passa mas os politicos continuam como nos velhos tempos! Assim como as barragens do rio Tietê.

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