O mal do século

A inveja, conforme Sebastián de Covarrubias, gravura  do século 16

A inveja, conforme Sebastián de Covarrubias, gravura do século 16

O invejoso jamais pergunta ao invejado o quanto este estudou, ou deixou de ir ao pagode de sábado para fazer um curso de inglês ou informática

Sentir inveja é normal, não aceita-la é que é o problema. Tive várias amostras de como isso afeta não somente a nós como aos que nos rodeiam. Sentir inveja nos queima por dentro, mas às vezes nos leva para frente. É como um “pé-na-bunda”, que bem direcionado, nos empurra para o melhor. Quem nunca invejou algo de alguém? O namorado, o carro, a casa, o trabalho….motivos para invejar não faltam. A inveja pode ser uma força motriz, que nos faz conquistar, galgar melhores condições de vida. De qualquer forma, pode nos alimentar de brios e nos fazer caminhar a passos largos. Quando a inveja nos empurra para frente, deve ser bem vista e até mesmo apoiada. O problema está no momento que este sentimento de inferioridade nos coloca aquém do que somos. A inveja pode ser como uma pedra de 50 Kg amarrada aos pés de quem está se afogando, ou seja, leva-o mais rápido ao fundo do poço. O desdém é a inveja travestida de orgulho. Já se dizia: “quem desdenha quer comprar”. Verdade das verdades. Desculpa dos que não querem se comprometer mais com a vida. Quantas vezes não ouvi a frase: “Prefiro ter pouco, assim ninguém põe olho gordo nas minhas coisas”. Daí você acaba sentindo inveja de todo mundo, afinal você tem tão pouco né??? Só é invejado que conquistou algo. Ninguém inveja um perdedor. Conheço pessoas que fazem de tudo para serem perdedoras, para não serem invejadas. Pior ainda quando essas mesmas pessoas, livres desse sentimento, se sentem lisonjeadas se “invejadas” por seus dotes artísticos ou intelectuais. Segundo esses mesmos cidadãos, inveja do intelecto do outro pode, porém do super carro ou do apartamento não pode!!!!! Tá vendo como o maior problema da humanidade é a intolerância, a falta de critérios claros? Inveja é inveja, não interessa do quê. Inveja se sente quando nos pomos por baixo, nunca por cima. Logo, bancar-se é a melhor forma de não se enxergar tão pequeno. Tamanho é uma relação de comparação, e esta depende da escala usada. Quando entrei pela primeira vez na Basílica de São Pedro, no Vaticano, senti-me pequeno, porém não inferior aos que construiram aquela maravilha arquitetônica. Sentí-me pequeno, pois muitas vezes protestei do quanto trabalho, do pouco que durmo em função da labuta diária. Imaginei os que trabalharam na construção dessa maravilha e percebi o quanto protesto sem o menor sentido. Não senti a menor inveja do cansaço que aqueles homens sentiram para construi-la Quer usar a inveja a seu favor? Pois bem, faça como os povos de cultura protestante, tais como os americanos, ingleses dentre outros. Um americano vê seu vizinho prosperar e este faz de tudo para conseguir mais que do que o vizinho conquistou. Não se envergonha de copiar os métodos do outro. Ele corre atrás de melhores condições. Na cú ltura católica-brasuca, o que se faz é dizer que o vizinho está roubando, ou sendo desonesto: “Ele tem tudo aquilo porquê deve estar prejudicando alguém”. Essa é a frase mais comum dos vizinhos invejosos e incompetentes, ou seja a vizinhança brasileira. Porém o invejoso jamais pergunta ao invejado o quanto este estudou, ou deixou de ir ao pagode de sábado para fazer um curso de inglês ou informática. Como se diz no popular, a inveja é uma merda e não tem papel higiênico suficiente no mundo para limpar essa fraqueza humana. Sentir inveja é humano, desdenhar é a desculpa dos incompetentes e vagabundos.nveja é normal, não aceita-la é que é o problema. Tive várias amostras de como isso afeta não somente a nós como aos que nos rodeiam. Sentir inveja nos queima por dentro, mas às vezes nos leva para frente. É como um “pé-na-bunda”, que bem direcionado, nos empurra para o melhor. Quem nunca invejou algo de alguém? O namorado, o carro, a casa, o trabalho….motivos para invejar não faltam. A inveja pode ser uma força motriz, que nos faz conquistar, galgar melhores condições de vida. De qualquer forma, pode nos alimentar de brios e nos fazer caminhar a passos largos. Quando a inveja nos empurra para frente, deve ser bem vista e até mesmo apoiada. O problema está no momento que este sentimento de inferioridade nos coloca aquém do que somos. A inveja pode ser como uma pedra de 50 Kg amarrada aos pés de quem está se afogando, ou seja, leva-o mais rápido ao fundo do poço. O desdém é a inveja travestida de orgulho. Já se dizia: “quem desdenha quer comprar”. Verdade das verdades. Desculpa dos que não querem se comprometer mais com a vida. Quantas vezes não ouvi a frase: “Prefiro ter pouco, assim ninguém põe olho gordo nas minhas coisas”. Daí você acaba sentindo inveja de todo mundo, afinal você tem tão pouco né??? Só é invejado que conquistou algo. Ninguém inveja um perdedor. Conheço pessoas que fazem de tudo para serem perdedoras, para não serem invejadas. Pior ainda quando essas mesmas pessoas, livres desse sentimento, se sentem lisonjeadas se “invejadas” por seus dotes artísticos ou intelectuais. Segundo esses mesmos cidadãos, inveja do intelecto do outro pode, porém do super carro ou do apartamento não pode!!!!! Tá vendo como o maior problema da humanidade é a intolerância, a falta de critérios claros? Inveja é inveja, não interessa do quê. Inveja se sente quando nos pomos por baixo, nunca por cima. Logo, bancar-se é a melhor forma de não se enxergar tão pequeno. Tamanho é uma relação de comparação, e esta depende da escala usada. Quando entrei pela primeira vez na Basílica de São Pedro, no Vaticano, senti-me pequeno, porém não inferior aos que construiram aquela maravilha arquitetônica. Sentí-me pequeno, pois muitas vezes protestei do quanto trabalho, do pouco que durmo em função da labuta diária. Imaginei os que trabalharam na construção dessa maravilha e percebi o quanto protesto sem o menor sentido. Não senti a menor inveja do cansaço que aqueles homens sentiram para construi-la Quer usar a inveja a seu favor? Pois bem, faça como os povos de cultura protestante, tais como os americanos, ingleses dentre outros. Um americano vê seu vizinho prosperar e este faz de tudo para conseguir mais que do que o vizinho conquistou. Não se envergonha de copiar os métodos do outro. Ele corre atrás de melhores condições. Na cú ltura católica-brasuca, o que se faz é dizer que o vizinho está roubando, ou sendo desonesto: “Ele tem tudo aquilo porquê deve estar prejudicando alguém”. Essa é a frase mais comum dos vizinhos invejosos e incompetentes, ou seja a vizinhança brasileira. Porém o invejoso jamais pergunta ao invejado o quanto este estudou, ou deixou de ir ao pagode de sábado para fazer um curso de inglês ou informática. Como se diz no popular, a inveja é uma merda e não tem papel higiênico suficiente no mundo para limpar essa fraqueza humana. Sentir inveja é humano, desdenhar é a desculpa dos incompetentes e vagabundos.

JOSÉ MIGUEL DELGADO

Anúncios

2 Responses to O mal do século

  1. Nitya Rios disse:

    Preciso dizer algo?

    • Laurye Borim disse:

      PRECISA!!
      Precisa dizer que tem raiva de mim por ser uma pessoa tãooooo má com você e SÓ te desejar mal.
      Cuidado ein Nitya…. quando vc souber quem eu realmente sou, vai se arrepender de ser minha amiga.
      rsrsrsrsrsrsrrs
      é só o que me faltava rsrsrs

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: