Se não vai pelo talento, vai pela apelação

Sem dúvidas a grande ‘pedra no sapato’ dos integrantes do programa CQC é o fato do Programa Pânico ser absurdamente mais engraçado. Não é para menos. Mesmo com tantas ‘bundas’ no Pânico, ainda prefiro vê-las a ver o seguinte comentário feito por Rafinha Bastos em seu twitter sobre a morte de Leila Lopes: “Não condenem o suicídio. Pense: se você fosse a Leila Lopes, o que você faria?”, escreveu. Não satisfeito, o menino metido à celebridade ainda piorou: “Todos os que se ofenderam com o que eu disse da Leila Lopes: a vida é ótima e suicida tem mais é que se fuder”. Quer dizer… todos os que não gostaram do comentário dele, inclusive os fãs, têm que se fuder?! Oscar Filho, que trabalha com Rafinha, também fez piadinha com a morte da atriz. “O suicídio de Leila Lopes seria porque, por contrato, seu próximo filme ia ser com Alexandre Frota”.
Achei de péssimo gosto. Não conseguem ibope na TV e apelam para o twitter.

PS: Para atacar pelo twitter não é preciso ter talento. Basta ser medroso o bastante para não falar ‘na cara’.

Deve 'tá pegando' um monte de mulher e tá se achando

Uma resposta para Se não vai pelo talento, vai pela apelação

  1. Sorg disse:

    O Panico é absurdamento inferior ao CQC … é um humor inteligente …

    Vale lembrar que uma pessoa para estar perdo de Deus não precisa cometer suicidio !!

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