Comissão de frente da Unidos da Tijuca

Você viu a comissão de fente da escola de samba Unidos da Tijuca, no desfile de domingo (14), no Rio de Janeiro? Não?
Pois então veja.

Conheço  pouco sobre carnaval. Mas essa comissão de frente realmente inovou. Trouxe sensações diferentes para o desfile. Não é a toa que a escola acaba de receber o título de campeã do Rio de Janeiro.

Abaixo um texto que explica a comissão.

Os responsáveis pela comissão de frente da Unidos da Tijuca, Rodrigo Neri e Priscila Mota, não revelaram os segredos da coreografia que encantou os espectadores na primeira noite de desfiles na Marquês de Sapucaí, mas deram dicas sobre as frenéticas e impressionantes trocas de roupas dos integrantes .

“Pois é, contar a gente não pode. O que posso dizer é que foram três meses de ensaios, testes e muito trabalho até chegarmos ao resultado final”, diz Priscilla que, assim como Rodrigo, faz parte do corpo de bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Neri conta que serviu de cobaia para os primeiros testes, antes de experimentar a ideia nos integrantes da comissão de frente da escola. “As meninas praticaram bastante, inclusive com vestidos da própria Priscilla. Alguns deles chegaram a rasgar”.

Segundo os coreógrafos, as trocas aconteciam seis vezes em um intervalo de dois minutos. Tanta rapidez exigiu muita prática e trabalho em equipe. “Nossa equipe é muito grande. Isso tornou o trabalho mais fácil. E, ao contrário do que muita gente pensou, a comissão não foi formada por mágicos, e sim bailarinos.

Algumas pessoas chegaram a perguntar: ‘Qual foi o mágico que ajudou vocês? E a gente respondia: ‘Ué, o Paulo Barros’”, esclarece Priscilla, se referindo ao carnavalesco da escola. Priscilla contou que a ideia foi adaptada a partir de uma reportagem do Fantástico, programa semanal da TV Globo, onde o mesmo truque foi exibido. “Tivemos que assisti-lo várias vezes. O que a gente fez foi exatamente o que aparece no vídeo, mas de uma forma própria”.

O máximo que os coreógrafos revelam é que algumas roupas era vestidas de maneira sobreposta nos integrantes da comissão de frente. “Ainda tem gente que acha que os vestidos ficavam pelo chão, mas não é isso. Na realidade, algumas peças nem eram retiradas pelos bailarinos. O mais legal de tudo é que as pessoas não conseguem perceber qual fica e qual sai”, diverte-se Priscilla.

Vídeo que teria inspirado coreógrafos

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