Destino das princesas

16/07/2010

O que aconteceu após o ‘viveram felizes para sempre’?

Branca de Neve

Bela (de A Bela e a Fera)

A Bela Adormecida

Chapeuzinho (inho?)

Cinderela

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Lagy Gaga – Alejandro

09/06/2010

Após um bom tempo sem postar, resolvi falar de Lady Gaga. Aquela loira, que geralmente não usa calças, cujas peças só podem ser chamadas de roupas com muita coragem e otimismo.
Gosto do bom e velho rock, mas Gaga é incrível. Após amargos anos enfrentados pela indústria pop, depois da decadência de Britney Spears, X-Tina Aguilera, boy bands como Backstreet Boys e N’Sync, parece que os diretores de gravadoras finalmente têm uma mina de ouro nas mãos.
Gaga não tentou ser mais uma loira-sexy, com potencial para atriz-modelo-e-apresentadora, como vemos aos montes, espalhadas em programas sem sentido, de conteúdo questionável. Ela é incrível justamente por isso: não usa calças, contrariando os chefes que tanto lhe imploraram. Não teme polêmicas – é muita coragem engolir terço, simular sexo e fazer referências à guerra num clipe só, não?
Diferente de tudo o que se viu nos últimos anos, uma enxurrada de cantores pop pré-fabricados, que parecem ter saído de um curso modelo-manequim-estrela-pop, Gaga faz músicas dançantes, que nem nos importamos se serão esquecidas num futuro longínquo ou não.
O que mais me encanta nela é a nova cara do pop – imitadoras, temei!, a nova cara da indústria que insiste em compará-la à Madonna. O fato de ela realmente não se importar em sair por aí de lingerie, sem calças, talvez sem juízo, mas com muita competência no que faz. E o melhor: ela conseguiu gravar um clip com Beyonce, a atual (ou ex?) diva pop, e ser a estrela principal. Diferente de tudo o que já se viu, igual, com melodias que grudam, um pop dançante. Única. E acho que ela não está nem aí para o que pensamos. De verdade.

Gaga, som na caixa!


Manifestantes se reúnem em protesto pelo cão enforcado em São Paulo

15/03/2010

do Blog Justiça para crimes contra animais

Neste domingo (14) de sol, muitas pessoas deixaram de passear com suas famílias ou aproveitar o dia de descanso para se juntarem em um protesto no bairro do Ipiranga, em São Paulo. A motivação foi o bárbaro crime cometido por um homem chamado Ailton Teixeira, que assassinou seu cão por enforcamento no dia 4 de março deste ano. Uma vizinha de Ailton testemunhou o crime e acionou protetores animais, que registraram um boletim de ocorrência no 17º distrito policial.

O corpo do cão foi levado para necropsia, cujo laudo sairá amanhã (segunda-feira, 15). Com este laudo em mãos, o próximo passo será o pedido de resgate dos demais animais que se encontram sob a tutela do agressor: dois cães, um papagaio e um curió (estes últimos, inclusive, por serem animais silvestres, estão ilegalmente em sua residência). O caso provocou a comoção não só de protetores, mas também de pessoas comuns, vizinhos, transeuntes, internautas.

Cerca de 150 pessoas trajando preto em sinal de luto pela morte do animal compareceram às 10h da manhã ao bairro e juntaram-se em uma caminhada carregando faixas com mensagens de protesto até a delegacia que abriu o processo. Em frente à 17ª DP, os manifestantes se posicionaram silenciosamente com as faixas, enquanto representantes do grupo e o advogado Dr. Marcello Bittencourt Monteiro Filho, que está cuidando do processo, foram recebidos pelo delegado de plantão, Dr. Leandro Rocha Pereira. Este esclareceu que, pelo fato de não ter havido flagrante, uma vez que o criminoso fugiu, caso ele fosse levado à delegacia, seria apenas ouvido, assinaria um termo de responsabilidade, o caso iria para o Ministério Público e o indívíduo pagaria com uma cesta básica. Por isso, o processo foi aberto e, com a junção de provas e laudos anexados ao processo é que se tentará comprovar o crime cometido, incluindo as ameaças de morte que o indivíduo tem feito à pessoa que denunciou o assassinato e deve em breve prestar queixa. O caso foi encaminhado ao DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), que tem atribuição de registro para crimes ambientais. Manifestantes ocuparam todo o calçadão em frente à delegacia O delegado mostrou-se sensível à causa, declarando-se vegetariano e lembrando que faltam à população a consciência e informação.

Ao saírem da delegacia, os ativistas encaminharam-se à rua onde Ailton reside, posicionando-se pacificamente em frente à sua residência, manifestando palavras de ordem e exigindo punição ao crime cometido. A casa estava fechada e ninguém foi visto lá dentro. Leoni Bacci, ex-vizinha de Ailton, declarou ter-se mudado de lá por conta das atrocidades que viu o acusado cometer. Manifestantes protestam em frente à casa do assassino Dr. Marcello, advogado que está no caso desde o início e o acompanhará até o final, afirma que a legislação é fraca e, caso Ailton seja condenado pelo crime contra o cão, provavelmente responderá ao processo em liberdade, pois a pena máxima não ultrapassaria dois anos. Por isso serão anexados ao mesmo processo as ameaças que ele tem feito à testemunha e a manutenção ilegal de animais silvestres em cativeiro. Infelizmente , perante a lei, o crime contra um cão não tem a mesma importância que a ameaça a uma testemunha.

O doutor deixa ainda um alerta aos que presenciam maus-tratos a animais: “Eu faço um apelo à população: não sintam medo de denunciar. A polícia e os advogados estão aí pra isso.

Se você tem medo de alguma represália, consulte um advogado, consulte a delegacia do seu bairro, ou um promotor. Nós não estamos mais na idade da pedra. Não podemos mais aceitar esse tipo de crime. Os animais também têm direito à vida. Não sintam medo de denunciar, porque tem muita gente esperando a sua denúncia para fazer o cumprimento da lei.” Ailton já tem históricos de maus-tratos contra animais e passagem pela polícia, o que pode fazê-lo perder a primaridade como réu.

Além disso, há algum tempo foi visto espancando um pit bull que amarrou em uma árvore. Ironia: na porta da casa do assassino um alerta contra a periculosidade do cão O advogado afirmou, ainda, já ter tentado retirar os animais de Ailton, que se recusou a entregá-los. O temor atual é de que ele venha a cometer novos crimes, por isso aguarda-se do juiz um mandado de busca e apreensão para retirada dos animais que ainda se encontram na casa. Acredita-se que não apenas os animais que convivem com ele estejam correndo risco, mas também os filhos, a mulher e quem quer que passe pelo seu caminho.

Estudos comprovam que 40% das pessoas que cometem crimes com animais farão o mesmo com pessoas. Velas foram acesas pelo cão na calçada da residência Fabio Paiva, coordenador geral do Grupo de defesa Holocausto Animal, esteve presente e expressou sua opinião sobre o caso e a importância de que ativistas se manifestem: “A gente sabe que, se este sujeito for condenado, o máximo que ele iria pagar seria uma cesta básica. Isso é suficiente para um ato como o que ele cometeu? Não. Então, em termos de legislação, enquanto não tivermos um político verdadeiramente do nosso lado, uma pessoa que se possa dizer que é da defesa animal e não se corrompe ao chegar ao poder, não teremos leis. Um sujeito desses merecia no mínimo uma cadeia. Mesmo que fossem, 30, 60 ou 90 dias de prisão – para sentir na pele e pagar um pouquinho do que ele fez. Por isso eu acho válido esse tipo de manifestação, para informar a população, para que a vizinhança não se acovarde, pois notei que os moradores daqui têm medo de dar entrevista.

A manifestação é válida não no sentido da aplicação da lei, pois esta não vai ter mesmo, mas para que as pessoas saibam que elas não estão sozinhas, que existem pessoas que se dispõem a sair nas ruas e se manifestar por um simples cachorrinho.” Histórico do caso: http://caodoipiranga.blogspot.com

Abaixo-assinado: http://www.petitiononline.com/ipiranga/petition.html


São Paulo ganha uma loja só de sapatilhas

26/02/2010

Texto do site da Revista Criativa

A designer de calçados Tatiana Loureiro inaugura um espaço cheio de novidades.

Que tal usar um sapato ao mesmo tempo glamuroso e confortável? Esta é a proposta da designer de calçados Tatiana Loureiro, que inaugura, nesta quinta-feira (25/02), uma loja inteirinha de sapatilhas, ou fashion ballerines, como ela prefere chamá-las.

Os modelos (lindinhos, vale dizer) são os mais variados: básicos, estampados, com laços. As tiragens são limitadas e com uma numeração bem ampla, do 34 ao 42. E mais, todas as sapatilhas podem ser customizadas.

Tatiana pensou em opções para o dia e para a noite e ainda desenvolveu uma linha especial para noivas, mostrando que é possível ficar elegante com um sapato baixo. Meninas, preparem-se para descer do salto com estilo!

 

Tatiana Loureiro
Rua Peixoto Gomide, 1813 – Jardins
Horários: de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h. Aos sábados, das 10h às 18h


Comissão de frente da Unidos da Tijuca

17/02/2010

Você viu a comissão de fente da escola de samba Unidos da Tijuca, no desfile de domingo (14), no Rio de Janeiro? Não?
Pois então veja.

Conheço  pouco sobre carnaval. Mas essa comissão de frente realmente inovou. Trouxe sensações diferentes para o desfile. Não é a toa que a escola acaba de receber o título de campeã do Rio de Janeiro.

Abaixo um texto que explica a comissão.

Os responsáveis pela comissão de frente da Unidos da Tijuca, Rodrigo Neri e Priscila Mota, não revelaram os segredos da coreografia que encantou os espectadores na primeira noite de desfiles na Marquês de Sapucaí, mas deram dicas sobre as frenéticas e impressionantes trocas de roupas dos integrantes .

“Pois é, contar a gente não pode. O que posso dizer é que foram três meses de ensaios, testes e muito trabalho até chegarmos ao resultado final”, diz Priscilla que, assim como Rodrigo, faz parte do corpo de bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Neri conta que serviu de cobaia para os primeiros testes, antes de experimentar a ideia nos integrantes da comissão de frente da escola. “As meninas praticaram bastante, inclusive com vestidos da própria Priscilla. Alguns deles chegaram a rasgar”.

Segundo os coreógrafos, as trocas aconteciam seis vezes em um intervalo de dois minutos. Tanta rapidez exigiu muita prática e trabalho em equipe. “Nossa equipe é muito grande. Isso tornou o trabalho mais fácil. E, ao contrário do que muita gente pensou, a comissão não foi formada por mágicos, e sim bailarinos.

Algumas pessoas chegaram a perguntar: ‘Qual foi o mágico que ajudou vocês? E a gente respondia: ‘Ué, o Paulo Barros’”, esclarece Priscilla, se referindo ao carnavalesco da escola. Priscilla contou que a ideia foi adaptada a partir de uma reportagem do Fantástico, programa semanal da TV Globo, onde o mesmo truque foi exibido. “Tivemos que assisti-lo várias vezes. O que a gente fez foi exatamente o que aparece no vídeo, mas de uma forma própria”.

O máximo que os coreógrafos revelam é que algumas roupas era vestidas de maneira sobreposta nos integrantes da comissão de frente. “Ainda tem gente que acha que os vestidos ficavam pelo chão, mas não é isso. Na realidade, algumas peças nem eram retiradas pelos bailarinos. O mais legal de tudo é que as pessoas não conseguem perceber qual fica e qual sai”, diverte-se Priscilla.

Vídeo que teria inspirado coreógrafos


Eu na São Paulo Fashion Week

22/01/2010
“Minha casa!”

Eu sempre quis ir ao São Paulo Fashion Week. Fosse para ver os fashionistas ou simplesmente respirar o mesmo ar que eles. Ou até mesmo para ver as modelos e seu jeito de andar. Acontece é que eu consegui. Na última quarta-feira dei uma passada lá, com um convite gentilmente doado pelo site Petiscos para visitar o lounge Rexona Women.

Ao pisar na Bienal, o meu primeiro pensamento foi: “sou um ET! Quero sair daqui!”. E, do alto de minha sandália salto 10, tive vontade de sair correndo pelo Parque do Ibirapuera, de volta para casa.

Um monte de gente estilosa, outros estranhos, homens com broches e suspensórios, muitas meninas com cara de 14 anos, cabelo liso, saia curta e salto altíssimo. Me senti a pessoa mais básica e sem estilo do mundo. Todos pareciam se conhecer desde o jardim de infância e eu, deslocada, como a nerd de óculos e aparelho da sétima série.

A melhor parte foi ver a decoração, com telas de LCD da AOC espalhadas por todos os cantos, projetando palavras no teto (pena que as fotos ficaram péssimas).

No lounge Rexona SPFW

Foto: site Petiscos

No lounge Rexona, lotado, conversei com Adriane Hagedorn e Julia Petit, do site Petiscos, super simpáticas e atenciosas. Tinha Chandon e canapés à vontade, além de maquiagem e mini produção da Accessorize para as fotos do site.

Quando entrei, fiquei bem graça ao ver um monte de gente socialite/estilista/stylist/modelo/fashionista/blogueira-famosa. Moças com taças de champagne falavam em alto e bom tom: “quem é aquele corpinho ali?”, referindo-se ao ______(insira aqui a profissão) Felipe Simão e olhavam para os lados, como se desejassem saber quem as ‘paquerava’ (nossa, que palavra brega). Mas ao ver essas moças aqui, pensei duas coisas:

1- Menina, vai colocar um Invisible Bra já! Que história é essa de sutiã aparecendo?

2- Qual o nome dessa atriz/modelo-da-malhação?

Resumindo, achei a experiência válida, mas definitivamente, não é meu mundo.


Livro espanhol traz contos de fada em versão moderna

15/01/2010

BBC:

Cinderela na versão de Nunila López e Myriam Cameros (Foto: Editora Planeta/Divulgação) Um livro no qual Cinderela se rebela, vira vegetariana, sai do baile só de madrugada e larga o príncipe encantado, e em que sua amiga Branca de Neve usa Prozac para combater a depressão, se tornou um dos maiores sucessos de venda das últimas semanas na Espanha.

A obra La Cenicienta que no Queria Comer Perdices (“A Cinderela que não queria comer perdizes”, em uma alusão ao tradicional final de contos em espanhol, que acabam com a frase “foram felizes e comeram perdizes”) vendeu mais de 50 mil exemplares no país nas seis primeiras semanas após seu lançamento.

A história foi criada quase que por brincadeira pela escritora Nunila López Salamero e pela desenhista Myriam Cameros Sierra.

Elas contam que ofereceram o livro a várias editoras espanholas e não receberam nem um e-mail como resposta.

Com a ajuda de amigas e de associações de combate à violência contra a mulher, López e Cameros juntaram dinheiro em coletas para a primeira publicação e o sucesso foi imediato.

Receberam apoio de intelectuais espanhóis e chamaram a atenção de uma das maiores editoras da Espanha, a Planeta, que publicou o texto.

Outras princesas

A Cinderela espanhola do século 21 percebe que era uma mulher maltratada pela madrasta e suas irmãs, abandonada pelo pai, forçada a estar magra para caber em roupas de tamanho 38 e que o príncipe, depois que se tornou seu marido, era um mandão e eterno insatisfeito.

No livro, a renovada Gata Borralheira ainda se reencontra com suas amigas princesas que também estão em nova fase e com outros personagens de contos clássicos que decidem mudar de vida.

A Bela Adormecida explica como acordou sozinha, Branca de Neve sai da depressão, deixa o Prozac (remédio ansiolítico) e resolve se bronzear até ficar morena.

“(O livro) é dedicado a todas as mulheres valentes que querem mudar de vida”, explicam as autoras.

Ele deverá ser lançado no Brasil em 2010, mas ainda sem previsão de data, nem título definitivo.

Fonte: site da BBC